"Um colega meu chegou a dizer que era um escárnio ter um ministro da Cultura como eu no Brasil. Não é assim, não foi assim, não tem sido assim, e eu espero que tenha sido muito importante para o Brasil e para a cultura no mundo todo, para as relações internacionais do Brasil, que um artista tenha se desempenhado com relativa facilidade [no ministério]." Gilberto Gil, cantor e músico, ao se despedir do cargo de ministro da Cultura, do qual se afastou nessa quarta-feira, após cinco anos e meio. (Folha de SP, 31/7)
“Que tipo de estímulo recebem os alunos? Amontoados em salas de aula depredadas, cujo espaço físico não comporta a quantidade de alunos presente, esses estudantes têm a nítida impressão de que, como as carteiras quebradas depositadas no fundo da classe, não servem mais à sociedade.” Luís Fernando de Lima Júnior, professor de História em São José dos Campos, no artigo “O gargalo da educação em São Paulo”, publicado no “Estado de SP” e reproduzido nesta edição do JC e-mail, 31/7.
“Ao contrário do que sugeriu o presidente Lula, o acordo global, de abertura do comércio, que interessa muitíssimo ao Brasil, fracassou não por causa dos ricos, mas, no essencial, por causa da resistência de países emergentes que insistiram em proteger seus setores ineficientes. E que deram um alívio aos ricos e subsidiados agricultores de EUA e Europa, que estavam se julgando traídos pelos seus governos. O mundo não é simples.” Carlos Alberto Sardenberg, jornalista, no artigo “Algo saiu muito errado”, sobre a Rodada de Doha (O Globo, 31/7)
Escrito por Albuka às 16h01
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“Estou triste porque ainda não vendi meus boizinhos piratas. Mas o objetivo principal, que era retirar o gado da reserva, foi atingido.” Carlos Minc, ministro do Meio Ambiente, sobre o fracasso da terceira tentativa de leiloar as três mil cabeças de gado apreendidas pela Operação Boi Pirata. (O Globo, 30/7)
“Depender basicamente de commodities pode ser uma imposição para países sem base industrial, mas esse, felizmente, não é o caso brasileiro. O Brasil é o único país da América Latina que tem o privilégio de contar com um enorme potencial agrícola e mineral, capacidade de geração energética tradicional e renovada, e ainda uma diversificada base industrial. Vamos desperdiçar passivamente esse importante fator estratégico de desenvolvimento de longo prazo?” Antonio Corrêa de Lacerda, economista e professor da PUC-SP, no artigo “Comércio exterior brasileiro em xeque” (O Estado de SP, 30/7)
“O que define filosofia e arte, duas das grandes formas de pensamento, é enfrentar o caos esboçando um plano. Para tanto, a filosofia formula conceitos, e a arte, percepções.” Gilberto Dupas, coordenador geral do Grupo de Conjuntura Internacional da USP e presidente do Instituto de Estudos Econômicos e Internacionais (IEEI), no artigo “Prestando contas à vida” (Folha de SP, 30/7)
Escrito por Albuka às 10h33
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“Nos anos 80, ombreávamos com Índia e China em termos de tecnologia espacial. Hoje, esses países têm foguetes enquanto nós tentamos viabilizar a última oportunidade de ocupar um lugar ao sol na disputa do espaço. Sem foguete, dependemos de carona.” Roberto Amaral, diretor-geral no Brasil da Alcântara Cyclone Space e ex-ministro da C&T, no artigo “Um projeto de Estado”, publicado no jornal “O Povo”, do Ceará, e reproduzido nesta edição do JC e-mail, 29/7.
“O baixo número de patentes brasileiras está diretamente relacionado ao escasso investimento em pesquisa e desenvolvimento na indústria. Essa situação, por sua vez, é reflexo da falta de incentivo público mais eficiente, que é o compartilhamento universal do risco tecnológico entre Estado e empresa, mecanismo que alavanca o crescimento dos outros emergentes e o mais usado pelos países desenvolvidos para manter as suas lideranças tecnológicas. Reverter esse quadro não será uma missão para as universidades, ao contrário da opinião de muitos. Vale registrar que, historicamente, menos de 2% do total de patentes dos EUA são concedidos a universidades. Em nenhum país emergente bem-sucedido a inovação veio da academia, apesar da inestimável importância dessa instituição na sua missão de formar recursos humanos qualificados.” Roberto Nicolsky, diretor-geral da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica, e André Korottchenko de Oliveira, engenheiro eletrônico e consultor em gestão de patentes, no artigo “Inovação tecnológica: realidade e miragem”, publicado na “Folha de SP” (29/7) e reproduzido nesta edição do “JC e-mail”
“Os cuidados com o meio ambiente e com recursos ecologicamente renováveis incidem sobre a imagem projetada para o mundo. Diferenciar-se, num mundo globalizado e competitivo, sugere um aumento da eficiência e eficácia institucional em matérias de legislação e normas florestais e ambientais, com a otimização da gestão de tais recursos.” Marcel Pereira, economista-chefe da RC Consultores e diretor de pesquisas do Instituto Atlântico, no artigo “Mais financiamento para recuperação dos estoques de meio ambiente” (Valor Econômico, 29/7)
Escrito por Albuka às 09h32
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“A Língua Portuguesa é um bem precioso que une povos que o mar separa mas que a afectividade aproxima.” Francisco Seixas da Costa, embaixador de Portugal no Brasil, no artigo “A língua do mar” (O Globo, 28/7)
“O Brasil é a pátria das desigualdades. Por isso, nenhuma lei pode ter a pretensão de resolver todos os desafios pendentes. O progresso social é lento, faz-se por avanços e recuos. Não basta ter sonhos. É preciso dizer como realizá-los numa sociedade afeita a privilégios de origem. Toda mudança supõe o exercício do diálogo e da tolerância, com os pés no chão do realismo político. A história nos mostra que a imposição da igualdade não se sustenta. O único caminho é a redução progressiva e civilizada das desigualdades.” Dioclécio Campos Júnior, professor titular da UnB (Universidade de Brasília) e presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, no artigo “Licença-maternidade sem preconceito” (Folha de SP, 28/7)
“Resta agora reconhecer a importância dos biocombustíveis no processo de desenvolvimento de uma nova matriz energética sustentável para o mundo. Trata-se de fator estratégico que deve ser reconhecido não como antagônico à indústria do petróleo, mas como um elemento que agrega valor ambiental aos combustíveis fósseis, tornando-os menos danosos ao planeta. O Brasil está decidido a compartilhar sua expertise nesse campo e não fugirá ao desafio que as mudanças climáticas impõem.” Edison Lobão, ministro das Minas e Energia, no artigo “A crise do petróleo e os biocombustíveis”, publicado na “Folha de SP” (27/7) e reproduzido nesta edição do JC e-mail, 28/7.
Escrito por Albuka às 10h22
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“Antonio Candido acrescenta à qualidade etnográfica um imenso talento e elegância na escrita, sem perder a dimensão científica. Nesse sentido, ele é único, singular e, sobretudo, humilde.” Maria Luiza Heilborn, antropóloga e professora da Uerj, sobre o pensador, crítico literário e professor emérito da USP e da Unesp Antonio Candido, que completou 90 anos na última quinta-feira (Valor Econômico, EU&Fim de semana, 25/7)
“Tanto no caso das mudanças climáticas como no consumo insustentável de recursos e serviços naturais, não há até aqui regras nem instituições capazes de promover as mudanças indispensáveis em nível global - porque não será suficiente fazê-lo em um só país ou alguns deles.” Washington Novaes, jornalista, no artigo “As ameaças do mundo e o Estado nacional”, publicado no “Estado de SP” (25/7) e reproduzido neste edição do JC e-mail.
“O Brasil está em uma posição bastante interessante porque é o maior país em desenvolvimento que não é a China nem a Índia. A China e a Índia têm as suas especificidades, e é difícil colocar qualquer uma delas no papel de líder para os outros emergentes, porque, de certa forma, elas são grandes demais para fazer parte de alianças. Então, é o Brasil que está rumando para a função de líder dos emergentes.” Paul Krugman, economista americano, em entrevista à “Folha de SP” (25/7)
Escrito por Albuka às 18h50
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“O Brasil é o Novo Mundo, a África é o Velho Mundo. No Brasil, o que vale não é a ancestralidade, mas a posição e a renda. Na esperança de inventar uma Europa tropical, o Império do Brasil distribuiu títulos nobiliárquicos, mas tais signos da diferença circulavam como mercadorias especiais no bazar dos privilégios simbólicos. Na África, como em tantos lugares da Europa, a linhagem de sangue define posições e regula relações. Atrás de uma fachada política de Repúblicas, as sociedades africanas continuam a girar à volta de constelações de reis tradicionais e líderes ancestrais. Sob certos sentidos, não é o brasileiro, mas o europeu que está mais em casa na África.” Demétrio Magnoli, sociólogo e doutor em Geografia Humana pela USP, no artigo “Visita à terra dos negros'' (O Globo e O Estado de SP, 24/7)
“As mazelas da imigração só podem ser resolvidas com a integração dos estrangeiros às sociedades, associada a uma enfática cooperação internacional, a fim de extrair da miséria e da desesperança a larga franja demográfica em que nascerá o futuro ser humano a expulsar.” Ricardo Seitenfus, doutor em relações internacionais pela Universidade de Genebra (Suíça) e membro da Comissão Jurídica Interamericana da OEA (Organização dos Estados Americanos, e Deisy Ventura, doutora em direito internacional pela Universidade de Paris - Sorbonne (França) e professora do Instituto de Relações Internacionais da USP, no artigo “Triste Europa” (Folha de SP, 24/7)
“A Europa crava tristes trópicos em si mesma. Estamos, ainda, distantes do fim do território nacional e do Estado como inospitaleiras construções do homem contra si mesmo. Razão a mais para acreditar que cabe ao Sul, e particularmente ao plural Brasil, a invenção de novos modelos, talvez menos opulentos, mas seguramente mais solidários, de convívio respeitoso entre os homens.” Ricardo Seitenfus, doutor em relações internacionais pela Universidade de Genebra (Suíça) e membro da Comissão Jurídica Interamericana da OEA (Organização dos Estados Americanos, e Deisy Ventura, doutora em direito internacional pela Universidade de Paris - Sorbonne (França) e professora do Instituto de Relações Internacionais da USP, no artigo “Triste Europa” (Folha de SP, 24/7)
Escrito por Albuka às 10h56
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“Sustentados por um financiamento adequado, os líderes políticos mundiais deveriam voltar-se para a comunidade de especialistas científicos e organizações internacionais para ajudar na adoção de esforços verdadeiramente mundiais. Em vez de considerar a ONU e suas agências como concorrentes ou ameaças à soberania nacional, deveriam reconhecer que trabalhar com estas é, na realidade, a única forma de resolver problemas mundiais e, portanto, a chave para sua própria sobrevivência política.” Jeffrey D. Sachs, professor de economia do Instituto Terra da Universidade da Colúmbia e assessor especial do secretário-geral da ONU para os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, no artigo “Onde estão os líderes globais?” (Valor Econômico, 23/7)
“Acho que nenhum dos viajantes estrangeiros que ao longo dos séculos se deslumbraram com o hedonismo dessa terra solar de Dionísio, afável bela, jamais previu que o Rio pudesse vir a ser uma cidade identificada com a morte, onde se mata e morre sistematicamente. Uma necrópole povoada de vítimas fatais. Dói constatar que a Cidade Maravilhosa virou um lugar lindo para se morrer. Não falo da morte por doença, mas da morte súbita, estúpida, provocada, violenta; em uma palavra, o extermínio.” Zuenir Ventura, jornalista e escritor, no texto “Na hora da morte” (O Globo, 23/7)
“Sociedades civilizadas são aquelas em que a família e a escola incutem nas novas gerações que o bem-estar de cada um - em situações e ambientes públicos - não só não se pode dar à custa do bem-estar alheio, mas, antes, depende em ampla escala do bem-estar alheio.” Luiz Weis, jornalista, no artigo “Entre bafômetros e algemas” (O Estado de SP, 23/7)
Escrito por Albuka às 12h29
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"Não tem como parar este processo. O Ibama virou peão boiadeiro." Flavio Montiel, diretor de proteção ambiental do Ibama, sobre o plano que está em gestação no Ministério do Meio Ambiente (MMA) e em execução pelo Ibama de monitoramento da cadeia produtiva de carne bovina, para controle especialmente da criação de gado em área protegidas da Amazônia (Valor Econômico, 22/7)
“É esse o dilema que se põe para o país. De um lado, tem abundância de recursos naturais e base tecnológica para explorá-los com alta competitividade. De outro, ainda patina na hora de agregar a seus produtos o valor mais demandado hoje no mercado internacional -sustentabilidade. Os casos da Amazônia e dos biocombustíveis são paradigmáticos, sob esse aspecto. O governo Lula se esgoela para defender o desempenho nacional nessas duas frentes verdes. Não consegue, porém, sair da defensiva.” Marcelo Leite, jornalista, no artigo “Mania de grandeza”, publicado na “Folha de SP” (20/7)
“A liderança para um Plano Marshall na região [América do Sul], contudo, é uma proposição totalmente diferente. Como atribuir prioridade a tal iniciativa, quando se sabe que algumas regiões de nosso país, em especial o Nordeste e o Norte, são mais pobres do que a maioria de nossos vizinhos? Como concentrar esforços e grandes recursos financeiros para generosamente ajudar nossos "hermanos", quando os verdadeiros necessitados são nossos irmãos?” Rubens Barbosa, presidente do Conselho de Comércio Exterior da Fiesp, no artigo “Plano Marshall para a América do Sul (O Globo, 22/7)
Escrito por Albuka às 10h31
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“Permanecemos firmes no propósito de atuar como consciência crítica da sociedade. Para tanto, devemos refletir e adotar posicionamentos sobre os desafios que a ciência brasileira tem de enfrentar nos próximos anos.” Marco Antônio Raupp, presidente da SBPC, no artigo “Os 60 anos da SBPC”, publicado na “Folha de SP” (20/7)
"Eu nunca vi pedirem certificação ambiental e social para comprar petróleo. Mas para comprar biodiesel eles estão exigindo. Quando um país em desenvolvimento bota a cabeça de fora para aproveitar uma oportunidade, eles vêm logo em cima. Nós estamos num momento muito favorável e temos condições de aproveitar essa chance. Se estivermos unidos, vamos conseguir.” Eduardo Delgado Assad, pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária, na 60ª Reunião Anual da SBPC, sobre a atitude da União Européia de exigir a certificação ambiental de exportadores do etanol.
“Não há sustentabilidade possível dentro desse modelo suicida baseado no uso perdulário dos recursos naturais de que dispomos.” Wilson de Figueiredo Jardim, pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na 60ª Reunião Anual da SBPC, cético quanto à possibilidade de se alcançar um desenvolvimento sustentável se mantido o modelo econômico atual.
Escrito por Albuka às 11h02
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“Não precisamos mais de indicadores para dizer que a coisa está grave, precisamos de propostas” Marco Antonio Raupp, presidente da SBPC, sobre a qualidade do ensino fundamental e médio no país, durante a 60ª Reunião Anual da SBPC.
“O Protocolo de Kyoto não serve para absolutamente nada, foi uma piada histórica. Onde ele foi levado mais a sério? Na Europa, que montou um novo mercado financeiro, que afeta pouquíssimos” José Eli da Veiga, professor titular da USP, durante a 60ª Reunião Anual da SBPC.
“A área espacial é certamente uma das áreas mais importantes para o desenvolvimento brasileiro e do ponto de vista de política externa é certamente uma área estratégica para nós, compartilhar conhecimento é certamente uma das melhores formas que nós temos de integração” Everton Vieira Vargas, embaixador, durante a 60ª Reunião Anual da SBPC.
Escrito por Albuka às 19h03
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"O estudante não aprende com um pesquisador, mas com um grupo, com a massa crítica, cada um é melhor em algo diferente. Uma andorinha só não faz verão e um cientista isolado não faz ciência" Clotilde Ferreira, pesquisadora da USP, durante a 60ª Reunião Anual da SBPC.
"A ciência é um ato social e não individual. Neste sentido, é essencial a comunicação entre os cientistas. Ela acontece no café, nos congressos, quando se lê um paper, mas também quando você vai para um novo departamento, uma nova Universidade ou um novo país. Essa mobilidade é fundamental, mas ela ainda é pouco praticada no país" Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp, durante a 60ª Reunião Anual da SBPC.
"O pesquisador vai ter uma caixa de sapato onde ele guarda as notinhas e depois manda pra Fapesp? Não pode ser assim, ele precisa de uma infra-estrutura para que se preocupe apenas com a sua função, que é de pesquisar, fazer ciência” Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp, durante a 60ª Reunião Anual da SBPC.
Escrito por Albuka às 09h53
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“Eu só continuo acreditando no Brasil por causa dos jovens!” Aziz Ab’Saber, ex-presidente da SBPC, nesta terça-feira 15/7, na 60ª Reunião anual da entidade.
“Um país como o Brasil precisa empregar o conhecimento científico para resolver problemas mais prementes da sua gente” Aziz Ab’Saber, ex-presidente da SBPC, nesta terça-feira 15/7, na 60ª Reunião anual da entidade.
“Continuamos, como antigamente, formando médicos, engenheiros, advogados, e não cidadãos. A educação superior deve ser encarada como um direito à cidadania, e não como uma chave de ingresso no mercado de trabalho, como acontece” Aloísio Teixeira, reitor da UFRJ, durante a 60ª Reunião Anual da SBPC.
Escrito por Albuka às 10h45
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“O conhecimento é nosso principal aliado para defender a Amazônia e a biodiversidade em geral. É possível separar claramente o que é biopirataria e o que é comunidade científica precisando de acesso para pesquisar” Carlos Minc, ministro de Meio Ambiente, na 60ª Reunião Anual da SBPC.
“A ABC reúne pesquisadores de várias áreas, internacionalmente conhecidos, e que têm propostas de pesquisa de ponta na Amazônia, que vão permitir potencializar a industrialização e a comercialização de bioprodutos, sem destruir o ecossistema. Considero isso um caminho estratégico, porque só não destruir não resolve. Temos que ter políticas alternativas. Para mim, o trabalho junto à comunidade científica é a grande saída para a Amazônia” Carlos Minc, ministro de Meio Ambiente, na 60ª Reunião Anual da SBPC.
“Se quisermos vencer a batalha da educação em nossa cidade ou no nosso país, é preciso reconhecer, como pais e educadores, onde estamos. Não sabemos que nada sabemos, nem desconfiamos disso!” Marcelo Côrtes Neri, chefe do Centro de Políticas Sociais do IBRE/FGV e professor da EPGE/FGV, em “Sobre os pesos do IDH (ou: é a educação, estúpido)” (Valor Econômico, 15/7)
Escrito por Albuka às 12h43
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“Há 60 anos, quando foi criada a SBPC, eram apenas uma centena de cientistas, hoje esperamos mais de 15 mil pessoas neste evento. Isso mostra o crescimento da importância da C&T no país, mas também o enorme esforço de muitos brasileiros pesquisadores para atingirmos esse patamar”. José Tadeu Jorge, reitor da Unicamp, durante a abertura da Reunião Anual da SBPC, neste domingo 13/7.
“Essas linhas de atuação da SBPC têm norteado a ação do Ministério” Sergio Rezende, ministro da C&T, durante a abertura da Reunião Anual da SBPC, neste domingo 13/7.
“Nessas últimas seis décadas o Brasil desenvolveu um sistema forte de pós-graduação e pesquisa, e com isto a nossa Ciência já tem papel de destaque no cenário internacional. No entanto essa base científica, por peculiaridade do desenvolvimento da Sociedade Nacional, resultou relativamente separada das demandas da atividade econômica e do processo de inclusão de regiões como a Amazônia e Semi-Árido no todo nacional. Temos que trabalhar para que esta situação não perdure, e construirmos novas estruturas para que a Ciência e o conhecimento possam levar os seus benefícios a todo o povo brasileiro.” Marco Antonio Raupp, presidente da SBPC, durante a abertura da Reunião Anual da SBPC, neste domingo 13/7.
Escrito por Albuka às 10h43
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“Visões críticas são sempre importantes para o aprimoramento das grandes discussões. O que não pode ser confundido com o falso direito de ceifar argumentações díspares no seu nascedouro, ainda mais na base do facão.” Maurício Tomalsquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), no artigo “Na base do facão” (O Globo, 11/7)
“A educação superior será cada vez mais cara num futuro cada vez mais exigente.” Ronaldo Mota, secretário de Educação Superior do MEC, sobre a movimentação financeira que marca o mercado das instituições privadas no Brasil (Valor Econômico, 11/7)
“A universidade é uma instituição-chave para que a próxima década venha a ser mais próspera e mais justa. Nenhuma outra instância pode contribuir de forma tão direta para o avanço científico-tecnológico, a emergência de bons quadros profissionais e a formação de novas mentalidades.” Jacques Marcovitch, professor titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, de onde foi reitor (1997-2001), e ex-secretário de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo, no artigo “As universidades na década vindoura”, publicado na “Folha de SP” (11/7) e reproduzido nesta edição do JC e-mail.
Escrito por Albuka às 19h01
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